O gênio de todas as eras.

Leonardo da Vinci.   A última ceia.   Monalisa.

Por Jackeson Lacerda


Encerrando o mês em que a humanidade rememora os 567 anos de nascimento de Leonardo di Ser Piero da Vinci, e às vésperas dos 500 anos de sua morte, 2 de maio, a imensidão da genialidade do italiano ainda permeia a atual vida cotidiana no planeta.
Considerado por estudiosos especialistas como o maior gênio da história humana, Da Vinci dedicou seus 67 anos de vida ao desenvolvimento de estudos e realizações que o destacaram como notável cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta, músico e precursor da balística e da aviação. Quatro séculos antes do brasileiro Alberto Santos Dumont entrar pra história como o 1º ser humano a voar em uma aeronave mais pesada que o ar, feito que o classificou como o “Pai da Aviação”, Leonardo da Vinci já havia apresentado os primeiros projetos de engenharia para construção de uma “máquina de voar”.
Em 1926 foi realizado um estudo para determinar o Quociente de Inteligência do gênio nascido na República de Florença, atual Itália. O resultado foi a classificação do QI de Leonardo da Vinci em 180 pontos. Comparativamente, Albert Einstein, Stephen Hawking e Bill Gates atingiram QI de 160. A tabela estipula de 121 a 130: Superdotação; 110 a 120: Inteligência acima da média; 90 a 109: Inteligência média ou normal; 80 a 89: Embotamento; 70 a 79: Limítrofe; 50 a 69: Raciocínio Lento; 20 a 49: Raciocínio abaixo da média.
O legado de um dos mais importantes nomes do Alto Renascimento inspira, até hoje, diversos profissionais que atuam nas mais diversas áreas, inclusive distintas daquelas nas quais ele desenvolveu trabalhos, estudos e pesquisas científicas. Mas é impossível não associar o nome de Leonardo da Vinci a uma de suas mais misteriosas criações, o retrato mais famoso da História da Arte ocidental que recebe na França, anualmente, a visita de aproximadamente um milhão e meio de pessoas de todo o mundo, a Monalisa.

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